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PIPAS 2021


2.ª Edição

Retrato de Fernando Fitas [Joaquim Fernando Ranas Fitas]
Capa do livro Elegia dos Pássaros
Elegia dos Pássaros

Fernando Fitas [Joaquim Fernando Ranas Fitas] Campo Maior, 1957

Vencedor do 1.º Prémio

Vencedor do 1.º Prémio – Prémio Internacional de Poesia António Salvado/Cidade de Castelo Branco (2.ª edição, 2020-21), Língua portuguesa – com o original “Elegia dos Pássaros”, cuja edição (bilingue) foi apresentada na sessão de entrega do Prémio, que se realizou no dia 24 de Julho 2021, no Museu Francisco Tavares Proença J.or, no âmbito do II Encontro ROIZ – Lugares de Poesia. O livro tem pórtico de Alfredo Pérez Alencart e tradução para Língua espanhola de Maribel Andrés Llamero y Luis Vicente Gómez García.

Fernando Fitas é jornalista e poeta. Trabalhou em vários jornais de âmbito nacional, nomeadamente em O Século, 24Horas e Tal & Qual. Colaborou ainda em diversos periódicos regionais, de norte a sul de Portugal,

Na área da poesia tem obras distinguidas com prémios literários, nomeadamente o Prémio Agostinho Neto (União de Sindicatos do Porto/CGPT, 1999); Prémio de Poesia Cidade de Moura (1999); Prémio Literário Raul de Carvalho (2000); Prémio de Poesia e Ficção de Almada (2003 e 2014); Prémio de Poesia Cidade Ourense (Galiza, 2017).

Venceu ainda os Prémios de Poesia Tito Olívio, 2019, Manuel Maria Barbosa du Bocage, 2020, Prémio de Poesia Joaquim Pessoa (2022) e Prémio Literário Carlos Carranca.

A sua escrita estende-se da reportagem à ficção, passando pela investigação histórica e recolha oral no Concelho do Seixal.

Autor de vários livros, registem-se Histórias Associativas – Memórias da Nossa Memória (cujo terceiro volume foi editado em 2019); A Casa dos Afectos; O Ressoar das Águas; O Saciar das Aves; Escrevo Um Verso na Água; Subversiva Liturgia das Mãos; Olhar o assombro no êxtase da luz; O vidro desabitado; A clandestina idade dos pequenos segredos. Algumas das suas produções poéticas estão traduzidas para castelhano, italiano, inglês e mirandês.

Extraímos esta passagem do Ensino Magazine (ano XXVIII, 20.2.2021): «A segunda edição do Prémio Internacional de Poesia António Salvado - Cidade de Castelo Branco teve a participação de mais de 1200 poetas. […] O venezuelano Ernesto Román Orozco, venceu a categoria de língua castelhana, com a obra "Ángel Áspero”.

O prémio teve participantes da América Latina, da Europa, e de África, num total de 30 nacionalidades, sendo que os poetas brasileiros foram os que concorreram em maior número. O anúncio foi feito, em conferência de imprensa, no passado dia 20 de fevereiro, dia em que o poeta português António Salvado, completou 85 anos de vida.

O prémio, promovido pela Freguesia de Castelo Branco, em parceria com a Câmara albicastrense, atribuiu, pela primeira vez e dada a qualidade dos trabalhos, duas menções honrosas, as quais foram entregues a Renato Filipe Cardoso, pelo livro "Passageiro do Real”, e à argentina Maria Alejandra Chemes, pelo trabalho  "Armadura y Escotes”.

De referir que júri do prémio incluiu escritores, investigadores e professores de literatura, de Portugal e de Espanha, a saber: António Cândido Franco, António dos Santos Pereira, Enrique Cabero, Fernando Paulouro, José Dias Pires, Manuel Nunes, Maria de Lurdes Gouveia da Costa Barata, Paulo Samuel, Pompeu Martins, Rita Taborda Duarte e Vítor Oliveira Mateus.»

Retrato de Ernesto Román Orozco
Capa do livro Ángel Áspero
Ángel Áspero

Ernesto Román Orozco Cabimas, Venezuela, 1962

Vencedor do 1.º Prémio

Vencedor do 1.º Prémio – Prémio Internacional de Poesia António Salvado/Cidade de Castelo Branco (2.ª edição, 2021), Língua espanhola– com o original “Ángel Áspero”, o qual foi editado e apresentado aquando da entrega do Prémio. O livro, em edição bilingue, tem prefácio de António Salvado. Tradução para Língua portuguesa (Anjo Áspero) por Carlos d’Abreu.

Ernesto Román Orozco realizó estudios de artes en la Escuela de Artes Plásticas Valentín Hernández Useche de la ciudad de San Cristóbal, estado Táchira, Venezuela. Posteriormente, en los talleres del Centro Integral de Artes Gráfica, CINGRAF, Universidad Los Andes, Núcleo Táchira, bajo la tutela y enseñanza del maestro Rafael Ulacio Sandoval.

Orozco es el coordinador de Literatura del Ateneo del Táchira, en San Cristóbal.

Ha obtenido el Premio Regional de Poesía del estado Táchira (1995) y el Premio Anual de Literatura de la Universidad Central de Venezuela, Núcleo Maracay (2001).

Ha merecido, entre otros reconocimientos, el Premio Nacional de Literatura, Mención Poesía UCV estado Aragua (2001).

Ha publicado: Los zapatos descalzos (Edic. Revista ICAM, Venezuela 1995). Las piedras inconclusas (Edic. Mucuglifo – El Árbol Editores, Venezuela 2001). La costumbre de ser sombra (El Árbol Editores, Venezuela 2003). Los hemisferios distantes del silencio (Ediciones Cada día un libro, Consejo Nacional de la Cultura, Venezuela 2005). Las casas líquidas (Ateneo de Skuke, Venezuela 2006). Artesa del tiempo Selección poética 2000-2008 (Monte Ávila Editores Latinoamericana, Venezuela 2008). Gestos deshabitados, Fondo Editorial Simón Rodríguez, Venezuela 2012). Edades manuscritas (UANL Colección La otra orilla, México 2012). Y, en una edición venezolana, Edades manuscritas (Monte Ávila Editores Latinoamericana, Venezuela 2015). La paz de los oficios (Fundarte, 2018) y Península de niebla (Editorial Acirema, 2019).

Menções Honrosas

Retrato de Renato Filipe Cardoso
Capa do livro Passageiro do Real
Passageiro do Real

Renato Filipe Cardoso

Menção Honrosa

Renato Filipe Cardoso, com o original “Passageiro do Real”, foi o participante na Língua portuguesa que obteve, na 2.ª edição do Prémio Internacional de Poesia António Salvado/Cidade de Castelo Branco (2021), uma Menção Honrosa, com a qual o Júri do Prémio entendeu distinguir a qualidade dos seus poemários.

Retrato de Maria Chemes
Capa do livro Armadura y Escotes
Armadura y Escotes

Maria Chemes

Menção Honrosa

Maria Alejandra Chemes, com o original “Armadura y Escotes”, foi a participante na Língua espanhola que obteve, na 2.ª edição do Prémio Internacional de Poesia António Salvado/Cidade de Castelo Branco (2021), uma Menção Honrosa, com a qual o Júri do Prémio entendeu distinguir a qualidade dos seus poemários.

A sessão

Agradecimento de Fernando Fitas
Museu Francisco Tavares Proença J.or

As fotografias constantes nesta rubrica pertencem, na generalidade, ao arquivo da Dr.ª Maria de Lurdes Gouveia Barata.